Era o dia da Ceboleira…

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Os craques tambA�m perdem.
Nos anos 70, o turfe gaA?cho conheceu uma potranca que corria simplesmente demais.
Chamava-se Linda Yegua, de pelo tordilho, nA?o mais do que 450 quilos, mas que tinha raiva do chA?o.
Dona de exercA�cios assombrosos, a potranca, treinada pelo saudoso Arno Altermann, fez o que tinha de fazer no entA?o famoso Turfe GaA?cho.
NA?o deu a mA�nima confianA�a para ninguA�m, faturou a competiA�A?o mais importante da geraA�A?o e virou A�dolo dos apostadores.
Alguns dias depois, os proprietA?rios do fenA?meno aceitaram o desafio de competir em CamaquA?, onde aconteciam grandes e concorridas pencas.
Como nA?o poderia de ser, muita gente pegou a estrada e foi assistir o pega contra um potranca que se chamava Ceboleira, dona de uma filiaA�A?o que nada tinha a ver com velocidade e parecia somente mais uma vA�tima da craque.

Mas o turfe A� cheio de surpresas.

Dada a largada, a Linda Yegua, que saia do box como um raio, largou atrA?s e sentiu, pela primeira vez, o castigo do chicote.
Durante os 500 metros de disputa nA?o descontou um palmo, perdeu com luz e deixou seus fA?s com os bolsos vazios.

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