A rifa…

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Na dA�cada de 80 muitas pessoas ganhavam a vida com vendas e compras de cavalos.

Certa vez, no extinto HipA?dromo da Vila SA?o Miguel, em Rio Grande, o Tininho, que vivia dias e noites dentro nas cocheiras,A�passava porA�enormes dificuldades financeiras.

E, sem ter para onde correr,A�procurou umA�turfista que conhecia e ofereceu um cavalinho de quatro anos, vitA?ria na boca, por apenas R$ 200.

NegA?cio fechado.

No dia seguinte, o comprador foi atA� a cocheira conhecer o seu defensor e logo na chegada recebeu a informaA�A?o que jamais imaginava do treinador.

– O cavalo que o senhor comprou morreu hoje pela manhA?!

Desacostumado com prejuA�zos, o abatido adquirente nA?o hesitou: promoveu uma rifa, de mil nA?meros, a R$ 2, do cavalo que jA? nA?o existia mais.

Vendeu todos os nA?meros em menos de cinco dias.>

Quando soube da novidade, o Tininho correu atA� o escritA?rio do frustrado proprietA?rio e tratou de matar a sua curiosidade.

– VocA? A� maluco? – questionou o Tininho.

– NA?o sou! Porque vocA? me pergunta isso? – respondeu o comprador do cavalo morto.

– Como A� que vocA? vai explicar ao ganhador da rifa que o cavalo morreu?

– Ora, Tininho, isso A� fA?cil! SA? quem ganhar A� que vai saber e nem vai lamentar ter perdido R$ 2!!!!!!

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